sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

UMA NOVA FASE!



Olá Caras Amigas

De noite acordei, pensei neste nosso ponto de encontro e decidi que a partir de agora vou começar a contar episódios reais, passados em escolas reais, desde 1974.

São momentos com os quais conto escrever um livro (já está a meio, mas ... ).

Não vou falar de aulas propriamente ditas, dos programas, de avaliações, de ... de... de coisas que hoje preenchem as páginas dos jornais.
Vou falar isso sim, da outra vertente, que poucos conhecem, se calhar alguns escarnecem, mas que fazem da profissão de educador um completo sacerdócio e uma paixão.
Sempre conjuguei a parte pedagógica com a afectiva, porque conclui que elas não podem viver uma sem a outra.

Quando, no meu entender, se burocratiza a educação, está a dar-se o único e definitivo passo para o insucesso, para a agressividade e para o fomentar da marginalidade.

Sei que é um risco que vou correr, porque ao escrever o livro, vou repetir o que vai aparecer por aqui, mas também penso que não sei se terei tempo de o acabar e pelo menos fica a homenagem a jovens, mulheres e homens com letra grande e quem sabe, algumas dicas para quem hoje abraça esta profissão desmotivada e sem entusiasmo.

Vão-me dando as vossas opiniões, se vale ou não a pena continuar.
Conto convosco.
A 1ª história ... Será contada amanhã.
Um bom dia para todos

Licas

4 comentários:

BC disse...

Amiguita olá.
Hoje não leio nada , mas passe pelo meu espaço tenho lá uma coisita.
Beijinhos
Isabel

Logo venho ler e comentar se tiver tempo isto anda complicado

ARTISTA MALDITO disse...

Olá Licas

Tem razão quando diz que a burocratização é um passo para todos os males que assolam a realidade das escolas. E vê-se que há professores de dicados à sua profissão, que a encaram, como a Licas diz, uma missão. É pena que se veja a educação como mais um produto a comercializar. Ainda há pouco tive oportunidade de ler um texto sobre gestão curricular e fiquei surpreendida com a expressão "clientes", atribuída aos alunos. Assim como se podem esperar resultados positivos?

Tudo se submete à exigência do mercado. Ora a educação e a cultura não se vendem ou compram, adquirem-se através de bases sólidas, eu tenho pena que isto aconteça, o saber e o conhecimento são como sementes lançadas em bom solo.

Hoje alonguei-me.

Beijinho
Isabel

Anónimo disse...

Acho uma excelente ideia, essa de contar essas tais histórias... A primeira já a li, e espero já pela próxima. Beijinho

Sónia Costa disse...

Acho uma excelente ideia. Até porque a escola é a segunda casa das crianças e jovens. Tenho o prazer de ter tido uma escola fantástica, sem igual, que nos transmitiu muito para além do programa escolar. Transmitiu-nos valores importantíssimos, sobretudo a ideia de que temos de ser uns para os outros, que a vida em sociedade é mais do que um simples cumprimento, mas sim a ajuda mútua e o apoio a quem dele necessita.
Força e vou passar cá para ler as suas histórias.Quem sabe daqui a algum tempo ainda compro o seu livro, com muito entusiasmo por o ver nas prateleiras das livrarias.
;-)